Ultimas informações acerca da continuidade do Professor António como docente dos nossos meninos ( pelos representantes da turma 2ºC)

29 07 2009

 

 

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Ana Laura Santos

 

Informamos os Pais e Encarregados de Educação que se encontram em casa da mãe Ana Santos, vários artigos escolares dos vossos meninos, nomeadamente, livros, cadernos, desenhos, resmas de papel, etc. Agradecemos que informem a referida mãe para irem buscar os referidos artigos.
Com os melhores cumprimentos,
Ana Santos

 

Relativamente à continuidade pedagógica do prof. António, informamos a todos os interessados que devido ao concurso nacional a que todos os professores tiveram que concorrer, e como o prof. António ficou destacado na D. Martinho, nesta situação só se aplica a permuta e, como tal, a permuta só é possível entre professores. Infelizmente, nós como pais e encarregados de educação, nada poderemos fazer. É uma situação dificil e com poucas hipoteses…Em Setembro, logo saberemos a evolução da situação.
Os representantes da turma





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9 02 2009

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(T.P.C.) TRABALHOS DE CASA E OS PAIS

16 10 2008

                      feliz natal !!!!

são os desejos do blog para todos!!!!!

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     Como ajudar os filhos nos TPC



Devem os pais ajudar os filhos nos TPC? E a escola, deve esperar a colaboração dos pais nestas tarefas?

Os pais debatem-se muitas vezes com várias questões relativas aos TPC: devo ajudar o meu filho na realização dos TPC? Como o posso fazer? Uma outra questão que se pode colocar é: deve a escola esperar colaboração dos pais para a realização dos TPC? As sugestões que se seguem poderão contribuir para clarificar algumas ideias nestes domínios.

Que colaboração pode ser dada pelos pais na realização dos TPC?
Quando um professor marca TPC, não deve esperar que os pais possam ajudar na sua realização, já que muitos deles não dominam os conteúdos programáticos. A colaboração dos encarregados de educação pode ser solicitada através de tarefas que apelem à interacção dos alunos com eles. Eis alguns exemplos:

entrevistas aos encarregados de educação sobre assuntos relacionados com o programa de Meio Físico e Social do 1.º ciclo;
recolha de provérbios, lengalengas ou contos tradicionais, na disciplina de Português, dos vários níveis de ensino;
entrevistas aos pais ou aos avós sobre acontecimentos históricos vivenciados por eles (25 de Abril, por exemplo), na disciplina de História;
registos de medições de consumos diversos (electricidade, água, etc.), a partir dos quais poderão ser colocadas e resolvidas várias situações problemáticas na disciplina de Matemática.
Estes trabalhos valorizam os conhecimentos da família e envolvem-na directamente na vida escolar dos jovens, reforçando os laços entre ela e a escola.

A colaboração dos pais torna-se muito importante para o desenvolvimento da motivação para o estudo. Ela constrói-se mais facilmente num ambiente em que a escola é valorizada e em que os jovens sentem que as suas responsabilidades de estudante são consideradas importantes. Por isso todos os reforços positivos, dados no momento certo, são decisivos para a construção da auto-estima e para o desenvolvimento da motivação. Os pais têm um papel muito importante na criação das condições ambientais adequadas ao estudo.

Poderão, em conjunto com os filhos, tentar determinar quais são os factores de distracção (se eles tiverem dificuldade em se concentrar) e ajudar a eliminá-los. Alguns desses factores são: televisão ligada, brinquedos no local de estudo ou interrupções pelos irmãos mais novos. Às vezes são os próprios pais que interrompem o estudo, para pedir aos filhos que façam recados. Esta prática deve ser evitada. Os recados devem ser remetidos para o fim do período de estudo. Só assim se pode evitar a quebra de rendimento provocada por uma interrupção dessas.

Quando os pais dominam as matérias de ensino, devem ter cuidado com a forma como a explicam aos filhos. É preciso não ceder à tentação de quase fazer os trabalhos de casa por eles enquanto vai explicando. É necessário levá-los a pensar e a descobrir por eles. Às vezes é o processo de resolução da tarefa que não está correcto e basta levar o jovem a tomar consciência disso. É o que acontece com alunos que, tendo exercícios para fazer, partem logo para a sua resolução, sem terem estudado a matéria primeiro. Assim vão faltar-lhes os instrumentos para a resolução da tarefa. Numa tal situação, o encarregado de educação pode ajudar o jovem a tomar consciência de que o processo de estudo não foi correctamente desenvolvido. Pode ajudá-lo a ver onde falhou e a encontrar alternativas e motivação para prosseguir.

Algumas perguntas que eles poderão colocar aos jovens são:
Fizeste uma revisão à matéria ou começaste logo a fazer o exercício?
Essa ficha tem uma parte informativa? Leste-a? Compreendeste-a?
Há exemplos de exercícios idênticos ao que não percebeste? Leste os exemplos? Tentaste resolvê-los e autocorrigi-los antes de fazeres esse exercício?
É frequente os alunos dizerem aos pais que não têm TPC ou que já os fizeram todos. No recreio, antes da entrada para as aulas, funcionam verdadeiras “cooperativas de realização de TPC”, sendo a técnica utilizada a tradicional cópia. Por isso, na aula, aparecem dezenas de trabalhos absolutamente iguais, a que nem os erros acrescentam um toque de originalidade. Para evitar estas práticas, os pais poderão pedir aos seus filhos que tragam sempre os TPC apontados no caderno diário. Depois basta consultar o caderno diário e verificar se os trabalhos anotados já estão feitos.

O desenvolvimento da autonomia dos jovens no seu estudo é um processo crescente. Se no 1.º ciclo as tarefas pedidas para casa são completamente estruturadas pelo professor, no 2.º ciclo, com a existência de várias disciplinas, já cabe ao aluno estruturar o seu horário de estudo, contemplando essas disciplinas. Quanto mais velho for o aluno, mais autonomia lhe será pedida na realização das tarefas, que poderá mesmo acabar por ser completamente definida por ele próprio. A colaboração e o encorajamento dos pais, ao longo de todo o percurso, é muito importante para que este processo de conquista da autonomia se desenvolva eficazmente.

       

Quem salva uma vida, salva o mundo inteiro

  1. Trabalho feito pelo 2º C, mais uma vez acção pertencente ao conteúdo programático do professor António Gonçalves.
  2. Os pais mais uma vez em grande forma participaram activamente no envio de medicamentos para socorrer animais em risco de vida ( podem ainda faze-lo os contactos estão mais abaixo), parabéns 2ºC, professor António Gonçalves, pais e EB1 Nº1 Agrupamento Aristides Sousa Mendes.

 

Pata Vermelha

Recolha de medicamentos de utilização humana para distribuição entre os animais mais desfavorecidos

 

  • OMNICUTIS, para vários meses.
Para nos fazer chegar o medicamento por favor envie um mail para:
                         ajuda.patavermelha@gmail.com
Co da Cristina: kistinicarvalho@sapo.pt

NIB PARA DONATIVOS: 0035 0085 0008 6137 4008 3 CGD




Caracteristicas do PC Magalhães

22 09 2008




Informações sessão de esclarecimento

21 09 2008

     A nossa sessão de esclarecimento iniciou-se só depois da entrega de flores por parte do 2ºC aos responsáveis  presentes ( Drª Maria da Conceição; vereadora da C.M. V.F.XIRA;  Drª Ana Lucia, Presidente do Conselho Executivo e Drª Maria josé,  Presidente da Associação de Pais do Agrupamento de Escolas Aristides Sousa Mendes) entre outros. Os meninos presentes leram um pequeno texto entregando-se de seguida as flores acompanhadas de um postal e um desenho concebidos pela turma com o apoio do professor António Gonçalves.                                                                             

 

Texto lido em nome de todos

       A escolinha para nós é importante, deve ter ensinamento e carinho, sonhamos com um  mundo perfeito mas só com os adultos se faz o caminho!

RESUMO DA SESSÃO EM FORMA DE TEXTO NA PÁGINA                             ” INFORMAÇÕES aos PAIS”





Calendário escolar para o ano lectivo 2008/2009

16 09 2008

25 de Jun de 2008

O calendário escolar para o próximo ano lectivo determina que as aulas para os estabelecimentos de ensino pré-escolar, básico e secundário tenham início entre os dias 10 e 15 de Setembro de 2008.

Para os alunos dos 9.º, 11.º e 12.º anos, as aulas terminam a partir de 9 de Junho de 2009, enquanto para os restantes anos de escolaridade o ano lectivo acaba a partir de 19 de Junho de 2009.

No período em que decorrem os exames nacionais, as escolas devem adoptar as medidas necessárias para que os alunos dos anos de escolaridade não sujeitos a exame tenham o máximo de dias efectivos de actividades escolares, de modo a garantir o cumprimento integral dos programas das diferentes disciplinas e áreas curriculares.

Para as interrupções lectivas estão previstas as seguintes datas: de 19 de Dezembro de 2008 a 4 de Janeiro de 2009, de 23 a 25 de Fevereiro de 2009, e de 28 de Março a 13 de Abril de 2009.

As actividades educativas nos estabelecimentos do ensino pré-escolar têm início entre os dias 10 e 15 de Setembro de 2008 e terminam entre 6 e 10 de Julho de 2009.

As interrupções estão previstas por um período de cinco dias úteis, seguidos ou interpolados, entre os dias 22 de Dezembro de 2008 e 2 de Janeiro de 2009, e entre 6 e 13 de Abril de 2009.

Haverá, também, um período de interrupção das actividades educativas entre os dias 23 e 25 de Fevereiro de 2009.

Nos estabelecimentos particulares do ensino especial dependentes de cooperativas e associações de pais que tenham acordo com o Ministério da Educação, as actividades lectivas principiam no dia 3 de Setembro de 2008 e terminam no dia 19 de Junho de 2009.

Nestes estabelecimentos, as interrupções das actividades ocorrem entre os dias 22 e 26 de Dezembro de 2008, 23 e 25 de Fevereiro de 2009, e 10 e 13 de Abril de 2009.





Valorização do 1.º ciclo // Enriquecimento Curricular

16 09 2008

Valorização do 1.º ciclo // Enriquecimento Curricular

Actividades de enriquecimento curricular no 1.º ciclo

26 de Mai de 2008

A generalização do ensino do Inglês aos 1.º e 2.º anos e a actualização do apoio financeiro a conceder às entidades promotoras são alguns dos pontos com especial destaque no despacho relativo às actividades de enriquecimento curricular publicado no Diário da República.

De acordo com este despacho, cabe aos agrupamentos a definição de um plano de actividades de enriquecimento curricular, seleccionadas de acordo com os objectivos definidos no projecto educativo da escola.

Programadas em parceria com as entidades promotoras, que podem ser as autarquias, as associações de pais e as instituições particulares de solidariedade social (IPSS) ou os agrupamentos, as actividades de enriquecimento curricular incidem nos domínios desportivo, artístico, tecnológico e das tecnologias da informação e da comunicação, de ligação da escola com o meio, de solidariedade e de voluntariado e, ainda, da dimensão europeia da educação.

Os planos de actividades incluem obrigatoriamente o Inglês e o apoio ao estudo para todos os anos de escolaridade.

Para os alunos dos 1.º e 2.º anos, a duração semanal do ensino do Inglês é de 90 minutos, enquanto para os alunos dos 3.º e 4.º anos esse tempo aumenta para 135 minutos semanais.

A actividade de apoio ao estudo, com uma duração semanal não inferior a 90 minutos, destina-se à realização de trabalhos de casa e de consolidação das aprendizagens, devendo os alunos beneficiar dos recursos didácticos existentes na escola, bem como de apoio e acompanhamento por parte dos professores do agrupamento.

Além das duas actividades obrigatórias, os planos podem incluir outras actividades de enriquecimento curricular, nomeadamente o ensino da música, a actividade física e desportiva, o ensino de outras línguas estrangeiras e de outras expressões artísticas.

O Ministério da Educação (ME) definiu orientações relativas às actividades de enriquecimento curricular, como o perfil dos profissionais a afectar e o valor mínimo da respectiva remuneração, o tempo de duração semanal das diferentes actividades e as normas para a constituição de turmas.

À excepção do apoio ao estudo, tanto o Inglês como as restantes actividades de enriquecimento curricular são comparticipadas financeiramente pelo ME, de acordo com montantes variáveis, atribuídos consoante as actividades de enriquecimento curricular proporcionadas aos alunos.

O ME adoptou um modelo de financiamento para as actividades de enriquecimento curricular que tem como base um valor anual por aluno. Esta comparticipação poderá chegar até aos 262,50 euros anuais por aluno, quando os planos de actividades incluírem o Inglês, a Música e a actividade física e desportiva.

A frequência das actividades de enriquecimento curricular depende da inscrição dos alunos por parte dos encarregados de educação, que assumem o compromisso de os seus educandos frequentarem as actividades até ao final do ano lectivo.

Os agrupamentos devem referir no seu regulamento interno as implicações das faltas às actividades de enriquecimento curricular.

Para mais informações, consultar o despacho publicado no Diário da República.





Acolhimento aos alunos e pais!

20 08 2008

Atenção, é já na próxima sexta-feira dia 12.09.2008, das 10h00 às 12h30, que está marcado o encontro, acolhimento  para os alunos e respectivos pais na nossa escolinha . Informações importantes na pagina intitulada, PROCESSO EDUCATIVO.Bem vindos, ao blog!

AKUNA MATATA… O BOSQUE CHAMA POR VÓS

TRUZ… TRUZ… NOC….NOC…. BRUM… BRUM…. PLIM….PLUM….

Pois é… Dentro em breve a escolinha do Bosque Do Crescente Azul vai voltar a encher-se de animação, gargalhadas e outras coisas mais que, como todos sabemos fazem andar este mundo demasiado cinzento numa roda viva de cores:)…

Mas, antes dos nossos amiguinhos animais voltarem, o prof, ou seja a Pantera Negra, gostaria de falar com todos os pais para assim, em conjunto prepararem a entrada triunfal na escolinha do Crescente Azul.

Para tal, peço desde já a vossa comparência na escola no dia 5 de Setembro pelas 14:30. Agradeço a todos os que lerem esta mensagem da Pantera Negra o favor de passarem a palavra…

Os nossos amiguinhos merecem o nosso empenho.

Até lá um abraço

PANTERA NEGRA (PROF)





Férias felizes! Desejos do blog a todos!

24 07 2008

 Toca a divertir antes que venha o “Inverno” !!hi..hi…hi!




Alterações no ensino de 2ºCiclo

21 07 2008
 

 

 

 
 
 
 

Docentes poderão dar mais do que uma disciplina

Ministério reduz número de professores por turma no 2º ciclo 

21.07.2008 – 18h11 Lusa

Os alunos do 2º ciclo do ensino básico deverão ter menos professores por turma a partir do próximo ano lectivo, segundo um despacho publicado hoje que define novas regras para a distribuição de serviço aos docentes.

De acordo com o documento, publicado em Diário da República, cada professor deve leccionar à mesma turma mais do que uma disciplina, assegurando o ensino das áreas associadas ao seu grupo de recrutamento como Matemática e Ciências da Natureza ou Português e História, por exemplo.

Além das disciplinas associadas à sua área de formação, ao director de turma caberá ainda dar Formação Cívica e, se possível, uma outra área curricular não disciplinar, como o Estudo Acompanhado e a Área de Projecto.

Na prática, os alunos do 5º e 6º anos deverão passar a ter menos dois professores por turma, apesar de manterem o mesmo número de disciplinas.

Com esta medida, o Governo pretende reduzir o número de docentes, de forma a facilitar a transição das crianças para o segundo ciclo, uma vez que no primeiro estas lidam apenas com um ou dois professores.

O regime de professor por área, e não por disciplina, já estava previsto na Lei de Bases do Sistema Educativo, aprovada em 1986, mas o Ministério da Educação considera nunca ter sido aplicado nas escolas de forma generalizada, nomeadamente devido a uma “prevalência de critérios de natureza administrativa em detrimento dos de natureza pedagógica”.

O despacho hoje publicado estabelece ainda orientações especificamente dirigidas às três áreas curriculares não disciplinares, estipulando, por exemplo, que o Estudo Acompanhado deve ser assegurado preferencialmente por um professor de Língua Portuguesa ou Matemática.

Isto porque o tempo destinado a esta área curricular deverá ser aproveitado para o desenvolvimento do Plano da Matemática e para o apoio aos alunos imigrantes, que não têm o Português como língua materna.

Já em Formação Cívica e em Área de Projecto, os docentes deverão abordar com os alunos um conjunto vasto de matérias que vão desde a Educação para a Saúde e Sexualidade até à Educação Ambiental, passando por temas como o consumo, os direitos humanos, a igualdade de oportunidades ou a educação rodoviária.








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